Quinta-feira, Fevereiro 19, 2009
Querido Diário...
É, seu sei que já tem algum tempo que não começo um post assim e que isto sempre é sinal de textos imensos, insanos, detalhados, coisas do dia-a-dia, tipo novela mexicana, que poucos assumem, mas a maioria adora!
Também sei que ando devendo um texto sobre Luiza, que com seus 4 anos e meio tem nos proporcionado risadas sem fim, com situações impagáveis. Prometo ser o proximo da lista, agora que não estou mais tão focada no próprio umbigo e neuroses sentimentais.
Falando nisto, sobre os comentários dos posts abaixo, adorei cada um deles e nem sou aquela Mulher Maravilha que pintaram, só que falaram tanto e continuam afirmando com tanta convicção, que as vezes até eu acredito hahahahaha, e questão nem era ser forte ou não, decidida ou indecisa, mas sim de "tocar o barco" e parar de perder tempo. Helloooooowwwww, que faltam 4 meses para os 30 anos!
Aniversário... sexta-feira passada comemoramos o da minha irmã e de uma amiga em comum, a Camila, que foi minha colega de faculdade, trabalhamos para a mesma empresa e por fim arrumou o "bico" para Bilica na Anzu.
A festa foi lá, onde elas são hostess nos finais de semana. Balada super conceituada em São Paulo e região e a festa delas não ficou NADA a desejar, pelo contrário, ARRASOU!
Antes de entrar nos detalhes da festa, falarei da semana, que foi caótica com os preparativos, porque resolveram que fariam a festa uns 15 dias antes, e ao invés de fazerem um planejamento, ou pelo menos um rascunho, fizeram é nada, agindo sem rumo.
Para ser ter uma idéia, só na véspera que fecharam os salgados hahahaha
Era um tal de chegar em casa e ter um exército de mulher na cozinha fazendo doces, melecas para todo lados e tentações calóricas ao alcance dos dedos afff... No final mais do que valeu a pena, porque os doces ficaram lindos e deliciosos, tanto que já foram escaladas para a produção no aniversário da Luiza, pois este ano farei algo mais simples, devido a falta de verba para um grande evento como nos anos anteriores e toda ajuda será bem-vinda. Se bem que antes tem o MEU aniversário e neste momento minha vontade é fazer NADA!
Na sexta-feira, que por acaso (ou não) era 13, foi o último dia de trabalho de uma funcionária que amo de paixão, a Ana, aquela dos filhos perdidos no Recife, que eu encontrei depois de 12 anos sem notícias (leia a história aqui). Pois é, Ana pediu para ser mandada embora, pois precisava do dinheiro da rescisão para terminar a casa e depois de eu muito negociar com minha gerente, consegui o que ela queria. Tristeza pelo fato de não tê-la mais em meu dia-a-dia, mas felicidade por permitir ela realizar um sonho. Como disse uma outra gerente esta semana "Rê, você é muito boazinha!". Na verdade sou é bem humana, faço cobranças, mas faço de tudo para ajudá-los.
Saí da empresa mais cedo e fui para casa. Luiza não havia ido a escola, porque a noite teria apresentação do ballet no teatro do shopping e achei melhor ela ficar em casa descansando. Cheguei, ela estava dormindo, fiz algumas coisas e fui fazer escova no Gu.
Podem me chamar de perua, de fútil ou do que for, mas eu ADORO ir no salão fazer escova, e não em qualquer um, tem que ser Gu Vazquez, porque só ele me entende. Meu sonho de consumo seria acordar e tê-lo diariamente a minha espera hahahahaha Falando em cabelo, estou meio cansada deste e outro dia liguei desesperada, dizendo que queria cortar, escurecer e fazer progessiva, para passar um bom tempo sem pensar em raiz, escova, hidratação e o prejuizo mensal rs... Fui convencida a esperar pelo inverno e aí sim colocar tudo isto em prática.
Escovada, voltei para casa, arrumei Luiza, me troquei e fomos para a apresentação. Como era o mesmo espetáculo de Novembro, desta vez somente eu fui e sentei na primeira fila. Depois das férias e com apenas 3 aulas, até que dançou muito bem! (Vídeo aqui).
Depois de muito explicar aos meus pais, avô e tia como seria a festa, eles resolveram ir também e por causa disto era necessário um lugar para Luiza ficar/dormir, porque criança não pode entrar na Anzu. Durante a semana explicamos isto à ela, que foi até lá durante o dia, conheceu e desconjurou o fato de não poder ir. Boa menina que é, ficou super bem na Flávia e só me ligou no outro dia as 13 para ir buscá-la.
Voltei para casa para me arrumar, o tema da festa era Black & White e eu resolvi ir toda de branco, na certeza que daria muito preto. Acabou quase que só dando eu, toda de branco, com aquela luz negra, atenção total.
Fui com Dani, mas quando abri o portão, porque ouvi um carro parando em frente minha casa, dei de cara com um rapaz que eu conhecia de vista, mas não sabia quem era. Fiquei pensando quem era, o que estava fazendo ali, ele pensando no que me dizer, até um amigo nosso sair da construção em frente, onde estava mijando! hahahaha Queria convite para ir na festa também!
A festa??? Ah a festa... Que festa... (Dezenas de fotos aqui)
Quem me acompanha, seja por aqui ou pelo orkut, deve ter notado a ausência de fotos na balada, porque depois de um período frenético, eu entrei em stand by e exceto por uma saída ou outra para barzinhos, na Anzu e Zoff eu não tinha ido mais.Retornei em grande estilo. Animei e quero mais ahahahaha
Apesar de ser uma festa fechada, era também uma balada. Cantaram Parabéns uma e meia da manhã, porque os pais e familiares queriam ir embora, já que no outro dia muita gente trabalhava e para eles aquilo já estava no limite rs.. Eles foram embora e nós caímos na balada, literalmente.
Dancei, pulei, bebi, me acabei, e só fomos embora quando o DJ parou de tocar, quase 6 da manhã, sendo que ainda tínhamos muito pique pela frente!
Em Novembro fui em um evento da empresa (fotos aqui) e na festa teve um bar, com barmans lindos, animados, que faziam caipirinhas ótima. Graças ao Orkut, depois MSN, acabei tendo contato com alguns, e Renan, o que achei mais chatinho (convencido!), acabou se revelando super simpático, fofo, além de morar na cidade vizinha. Sempre falávamos de sair, fazer alguma baladinha, mas nunca dava certo, até que desta vez deu.
Efeito da psicologia do contrário? Porque eu disse: Não vou te convidar para uma festa sexta-feira na Anzu, porque eu sei que você não vai! E ele foi (com mais 6 amigos gatos!!!)... depois de muitas mensagens, telefonemas, recados para acertar os detalhes. Bom gosto que só, também foi todo white, e fomos a dupla branco total hahahaha
Ah que falei demais, perdi o fio da história e nada melhor que fotos para traduzir o que foi aquilo! E o template novo é para sair um pouco da rotina, mas o anterior ainda é o FAVORITO!
Escrito pela:Rêca Zucher
as 19:58 h
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Segunda-feira, Fevereiro 16, 2009
Sex and the City: The End

E ela resolveu virar a página.
Fez como diziam em um programa quando era criança: "E entrou por uma porta, e saiu pela outra, e quem quiser que conte outra!"
Como amante dos livros, onde o virar da página é algo gostoso, excitante. Onde cada capítulo é uma nova viagem em busca da história, com sede de saber mais, na ânsia de chegar a última página, em um ritual tão prazeiroso, que chega a ser quase orgástico.
Quanto mais páginas para serem folheadas, viradas, mais longa e saborosa é a sensação de prazer.
Diferente dos livros, virar a página e iniciar um novo capítulo na vida, não é tão fácil assim.
Em geral é doloroso, exige uma força descomunal, magoa, mas se faz necessário, porque seguir em frente é preciso, e pode até doer naquele momento, só naquele, e não por toda a vida (dramática!).
Ela ficou a pensar, em como sua mania de protelar as coisas pode piorar tudo, e que tomar decisões onde sentimentos estão envolvidos, requer muitas coisas, mas principalmente honestidade para consigo e Amor-Próprio.
Resolveu ser franca com ela mesma, percebeu que ainda se amava muito, que o tempo estava passando e não havia porque estar se sujeitando a certas coisas e situações, perdida no limbo, deslizando para lá e para cá, sem chegar a lugar algum.
Sexo sem compromisso ou envolvimento é bom e todo mundo gosta, mas este não era mais o caso deles. Havia pessoas demais numa relação que deveria ser a dois, esporádica, superficial, nada compatível com aquilo que estavam vivendo. Havia tesão, mas isto há aos montes por aí.
Não que estivesse fazendo mal, mas bem também (olha a cacofonia) não estava.
Foram muitas as opniões e palpites dados, já que o assunto passou a ser de domínio público, com sua mania de blogueira e "minha vida é um orkut aberto".
Emoções humanas sempre geram pautas interessantíssimas, então ela ouviu, analisou, discutiu, riu, se divertiu.
Algumas opiniões passaram em branco, outras fizeram ela pensar, mas uma chamou sua atenção, talvez por ser a única que contrastava com tudo que tinha escutado até ali: "Realmente pode ser alguma coisa, mas também pense que pode Não Ser NADA!"
Pode não ser nada... Pode não ser nada... e aquilo ficou a rodopiar em seus pensamentos e pouco a pouco ela foi absorvendo a idéia, até ter a certeza que o garoto tinha razão.
Assimilou a idéia do garoto e acatou o conselho do "terapeuta" masculino e galinha.
Não era nada... Então melhor sair fora, antes que acabasse machucando a si ou aos outros.
Porque passou do ponto. Esta foi a frase que veio em sua cabeça ao analisar tudo friamente e disse a amiga, do fundo do coração, com toda certeza e sinceridade.
Sentiu um alívio tão grande diante desta que constação, que respirou fundo e sentiu sair um peso imenso que pouco a pouco estava a esmagar-lhe.
Conclui que as coisas são o que devem ser desde o princípio. Que dar murro em ponta de faca é sadismo, e por mais que novas experiências sexuais sejam interessantes, sadismo não faz parte de sua lista.
Paz... Alívio... Liberdade... Foi isto que ela ficou a sentir.
Aproveitou todas estas sensações, recém re-adquiridas, para sair com as amigas, ir para um bar rir, beber, ouvir boa música, conversar, falar mal dos homens (é claro!!!) e paquerar.
No dia seguinte repetiu a dose, mas na balada. Reviu amigas de anos, reencontrou pessoas maravilhosas, bebeu, riu, conversou, paquerou e se acabou na pista de dança em ótima compania.
Chegou em casa com os raios de sol despontando no horizonte. Descalça, exausta, feliz da vida, pronta para dar sequência a um novo capítulo.
Capítulo 29 (Quase 30)
Sem mágoas ou ressentimentos, com a certeza que fez o que deveria ter feito, que tudo é válido e dar tempo ao tempo é necessário para a amizade vir a ser o que ela deseja.
Assim ela prossegue sua trajetória.
Novas atitudes, novos personagens e certamente boas histórias virão por aí!
Escrito pela:Rêca Zucher
as 18:03 h
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Segunda-feira, Fevereiro 09, 2009
Sex and the City: Parte III

Ela ficou a pensar, que única explicação plausível para tantas situações amorosas inusitadas, o tão difícil encontro de sua tampa, seria o fato de ao invés de ser uma panela, ela era uma FRIGIDEIRA ou pior, uma cumbuca!
Frigideiras são ótimas, ainda mais aquelas dotadas de teflon, porém por mais uteis e versáteis que sejam, não possuem tampa! Em momentos cruciais, onde uma tampa se faz necessário, um empréstimo da caçarola ao lado é a solução. Solução temporária...
Tudo bem que a vida não é uma busca desenfreada atrás desta tal tampa, mas em alguns momentos enche o saco, satura, deprime, e quando o cansaço chega, ai ai... A mulher independente, que se acha, dona do próprio nariz, feliz da vida, sai de cena, ficando só a frigideira destampada, frustrada e irritada!
Conversando com um amigo, que no momento também atua como terapeuta, essencial com sua opinião masculina e galinha, concluiu que por mais que as coisas se modernizem, evoluam, a sociedade é machista e preconceitusa, ou seja, esperam que as mulheres arrumem um macho para chamar de seu e comportem-se como ladies e não putas em potencial.
Homem que pega todas é garanhão, galinhão, o verdadeiro fodão (desculpem o palavreado de nossa amiga), e isto soa altamente elogioso nas rodas masculinas. Mulheres que agem como elesn são biscates, vagabundas, piranhas e outros adjetivos menos lisonjeiros e mais degradantes.
E porque tudo isto veio a tona (novamente?).
Porque em um dia qualquer, do nado, o PA (Paulo Augusto? Pedro Antonio? Não!!! Na verdade Pinto Amigo),disse que precisavam conversar, porque a situação que viviam estava fugindo do controle. Estavam muito próximos, pessoas pensavam que eles namoravam e ele não queria empatar a vida dela, ficando no caminho de um possível-futuro-hipotético romance.
Hmmm... Conversar? Palavra chave para uma cabeça feminina começar a divagar, mirabolar, formulando milhões de hipóteses sobre como se desenrolaria este diálogo.
Não marcaram um dia para esta conversa, até porque ela sabia que decisões precisariam ser tomadas e não sabia até onde estaria pronta para elas, mas ele ligou no dia seguinte e perguntou se poderiam conversar mais tarde. Ela concordou, porque ficar adiando não levaria a lugar algum e já sabia o que falaria.
Sentaram, conversaram, feito adultos e amigos que são. Sem máscaras, sem rodeios, de coração aberto, sinceros e espontaneos, com um assunto puxando outro e até coisas de tempos atrás.
Ela foi disposta a colocar um ponto e vírgula nesta história. Se ele queria se afastar, dar um tempo, evitar tanta proximidade e intimidade, não seria ela a impedir isto.
Ficaria na sua, sem telefonar, sem convidar para passeios com a filha, sem programinhas a dois ou com a turma. Se ele ligasse, claro que ela atenderia, mas a partir daquele momento toda iniciativa deveria vir dele. O afastamento seria numa boa, sem mágoas ou ressentimentos da parte dela.
Como assim? Quer dizer que tanto faz falar comigo ou não? Que você vai ficar muito bem se não nos falarmos mais? Que me ver é o mesmo que nada, já que não fará falta e você ficará numa boa???
Ela disse que sentiria falta e mesmo assim de afastaria por respeito a decisão dele, mas diante de uma reação exacerbada e tão indignada ficou a pensar se era isto mesmo que ele queria ouvir e depois as mulheres é que são doidas!!!
Não havia sido ele que começara esta conversa de dar um tempo, se afastarem, muita proximidade, blá blá blá? Ela apenas concordou e facilitou a situação. Deveria ter feito o contrário? Se descabelado, se jogado ao chão, dizendo que morreria com a distância? Eu heim...
Também foi questionada sobre o quanto gostava dele, se não estava a confundir os sentimentos e no final acabaria se machucando.
Ela respirou fundo para responder, porque falar sobre o que sente não é algo que faça com tanta frequencia, ainda mais nesta "relaçãozinha esquisita", como ele mesmo definiu.
Disse que o amava, como pessoa, como ser humano. Que sente carinho, afeição, cuidado, mas não paixão, não aquele amor entre mulher e homem, porque há muito tempo resolveu puxar o freio com ele, bloqueando certos sentimentos, porque sempre fizeram questão de dizer que era um caso, amizade colorida, tesão.
Seria decepção o que ela viu estampado no rosto dele? Não soube definir e também não quis perguntar.
Conversaram por horas, e pela primeira vez ela sentiu que ele estava diferente, sem toda aquela carapaça costumeira que o envolve. Ele estava se abrindo, com o espírito negociável, dizendo coisas que há muito tempo não dizia há ninguém.
Ela ficou feliz por senti-lo tão confiante, esperançoso com a vida, disposto a ir em busca de mudanças, evolução, amadurencimento. Também se sentiu lisonjeada por tamanha confiança, pois sabe que um cara como ele raramente se mostra tanto a alguém.
Vendo-o assim, até ficou tentada a soltar o freio, arriscar, mas achou melhor manter a decisão de meses atrás, em continuarem apenas amigos. Mas como disse o "terapeuta", amigos de verdade não transam, nem esporadicamente, nem nunca! Hmmmm.. algo a se pensar.
Por fim, depois de muita conversa, água, café, e uma passada no supermercado, ela desacreditou quando ouviu:
"E se eu quisesse te namorar?"
"Oi??"
"Você ouviu direitinho. E SE POR ACASO EU QUISESSE TE NAMORAR?"
"Eu não iria aceitar!"
"Diga isto olhando nos meus olhos."
"Eu não iria aceitar..." - ela disse pausadamente, olho no olho.
"Porque não?"
"Porque você não me merece."
"É, não mesmo."
Na verdade a resposta foi puro reflexo e saiu antes que ela pudesse raciocinar que aquilo poderia ser sério.
Será que era? E se tivesse dito que aceitaria? Porque esta hipótese nem em seus mais loucos pensamentos havia sido cogitada e somente dias depois é que ela veio a pensar deste modo. Seria tão imbecil a ponto de não ter percebido os rodeios para chegar a esta pergunta???? Mas também poderia não ser nada... Suposições...
Já era tarde e mesmo assim passaram na casa dele, conversaram sobre outros assuntos, coisas do dia-a-dia.Na hora dela ir embora, ele propôs fazerem alguma coisa na sexta-feira, ou seja, dali 3 dias. Ela disse que sim, mas combinariam melhor depois, ficando a relação no mesmo pé que estava, com muitas coisas esclarecidas e outras ainda mais confusas...
Sairam na sexta, conversaram, beberam, ficaram de porre, riram absurdamente, se provocaram e acabaram na cama. Foi diferente, por ser a primeira vez que transavam alcoolizados, mas delicioso (bota delicioso) e fantástico como sempre, porque muitas coisas ambos podem negar, menos a atração física que os consome!
Será que Freud se arriscaria a tratá-los?
E poderia ser eu, você, a vizinha, a amiga ou qualquer outra mulher da face da terra...
Escrito pela:Rêca Zucher
as 22:15 h
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Quarta-feira, Fevereiro 04, 2009
Lendo, Vendo, Vivendo e Aprendendo...
Eu sempre fui uma apaixonada por televisão e cinema. Tudo bem que da infância não me recordo muito, mas ainda assim me lembro das tardes chuvosas assistindo Tom & Jerry, Pica-Pau, Pepe Legal, ou das manhãs em cima da cama dos meus pais, vendo Os Smurfs.
Não gostava de Chaves, como ainda não gosto, mas Luiza adora, e eu acabo vendo, porque acho uma graça ver ela rindo do programa, assim como as Videocassetadas, que agora ela entende, e ri horrores, porque adora um "mal feito". Eu rio duplamente, dos vídeos e da risada dela.
Dos 9 aos 18 anos, não tivemos televisão em casa, e então só me restava ver alguma coisa ou outra na casa vizinhos.
Agradeço muito por esta fase sem tela, pois foi quando descobri o prazer da leitura e me apaixonei perdidamente pelos livros.
Tive fases de ler 2 livros finos no dia, ou um grosso, tipo 400 páginas, assim como depois tive a fase cinéfila compulsiva, de assistir 3 filmes seguidos.
Depois tive a fase noveleira, na qual via tudo, não perdia um capítulo, desde Vale a Pena Ver de Novo, até a minissérie tarde da noite.
Ano passado poucas vezes fui ao cinema, pois com a compulsão do meu pai em baixar filmes que ainda nem chegaram aos cinemas brasileiros, não se fez necessário eu encarar a telona, porém este ano quero mudar isto, porque nada se compara ao prazer de assistir algo bom, naquela tela imensa.
Semana passada fui ver Marley & Eu, que como sempre, por te lido o livro, achei um pouco superficial, algo comum em adaptações, mas gostei, recomendo e não esqueça de levar a caixa de lenços!
Ontem fui ver Se eu Fosse Você 2, e confesso que há muito tempo, mas há muito tempo mesmooooooooooo, eu não ria tanto!Tentarei ir mais vezes ao cinema este ano, porque tem valido a pena e estou mais disposta a ampliar minha filmografia, mesmo que seja com cultura inútil, porque filme pra mim é entretenimento, relaxar e curtir
Sou eclética, gosto dos blockbusters americanos, mas também gosto de filmes nacionais, produções estrangeiras, dependendo do que há em cartaz e do meu humor no momento.
Se no ano passado vi poucos filmes, em compensação li mais, terminando o ano com quase 2 livros ao mês, e só não melhorei isto, porque de Agosto em diante minha leitura foi quase zero.
Fora isto, estou cheia de idéias e vontades, vamos ver se coloco em prática e algumas delas se realizam, e quando se concretizarem, aí sim digo o que é, enquanto isto, torçam por mim!!

Escrito pela:Rêca Zucher
as 18:15 h
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