Renata, Rêca, Rê, Mãe Solteira & Solteira e a procura!

30 anos, nascida em 25/06 do longíquo ano de 1979. Teoricamente sob o signo de câncer, apesar de não botar fé nestas coisas.

Complicadíssima, com um gênio forte, e um humor tão variável conforme os níveis de hormônios circulando pelo corpo.

Com uma tatuagem em cada pé, no tornozelo, no pescoço, Luiza no ombro esquerdo e outras planejadas para o futuro, que espera seja próximo.

Paulista do Grande ABC, há quase 8 anos refugiada no interior de SP, depois de já ter morado no Paraná e Japão.

Nutricionista por acaso do destino, Gerente de Restaurante Empresarial, baladeira esporádica, escritora nos momentos de inspiração, fotógrafa por paixão e glutona por algum fator ainda não identificado.

Mãe da Luiza, que só nasceu depois de 41 semanas e 3 dias, de parto normal, que doeu pra cacete, fruto de uma aventura amorosexual.

Depois disto, minha vida nunca mais foi a mesma, e temos uma relação tipo matrimônio, na saúde e na doença, nas noites maldormidas, nas birras, nas descobertas, e maravilhas do dia-a-dia juntas em todos os momentos, até que a vida nos separe.

Temos uma cachorra chamada Beth, amigos especiais e uma família muito da louca, vivendo em uma casa de 5 banheiros.







Luiza,Lulu,Lu,5 anos, nascida em 22/08/2004, sob o signo de Leão, que por acaso ou não, é perfeito para sua personalidade forte, gênio nem sempre domável, ânsia de aprender, inteligência aguçada, paixão pelas artes, que se considera um centro gravitacional.

Estudante de período integral, que apesar de cansativo, é o ideal à nossa o rotina. A Mãe trabalha, a Filha estuda, não dando trabalho a ninguém!

Menina esperta, que só dormiu uma noite inteira com quase 3 anos, quando foi despachada para a própria cama e quarto, onde hoje dorme muito bem, obrigada!
Noveleira que só. Adora fazer artersanatos. Desenha e recorta que é uma maravilha!

Estudante de ballet, que espera o festival anual com ansiedade!

Andou aos 11 Meses, falou antes disto, desmamou aos 22, desfraldou aos 29, aprendeu as letras do nome aos quase 3 anos e neste tempo muita coisa boa nos aconteceu, estando registrada em algum de nossos blogs, nos links lá embaixo.


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Retrato em Sépia - Isabel Allende


Lidos em 2009

- Paula
- O Diário de B.J: No Limite da Razão
- Lua Nova
- Crepúsculo
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- Los Angeles
- A Lição Final
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Terça-feira, Fevereiro 09, 2010

Personalidade & Comportamento

Eu tenho observado muito a Luiza, e dizer que ela cresceu seria redundância, porque isto está bem claro nas fotos e situações.

Além de observado, eu também tenho apertado, abraçado, cheirado, beijado, mordido hahahaha, sentindo que a infância dela me escorre por entre os dedos.

Amo vê-la dormir. Olho, mexo, cheiro, beijo, deito junto.

Quando chego de algum lugar e ela está dormindo, sempre passo no quarto dela e ao fazer isto vem aquela sensação de que tudo está nos eixos, por mais caótico que tenha sido o dia ou a noite.

Dizem que avós mimam as crianças, né? E lá em casa isto é fato.

Haja rédea curta e pulso firme para contornar o fato de morar com os avós. Quando ela acorda de madrugada e não quer mais dormir sozinha, vai direto para a cama dos meus pais, porque sabe que eu brigo, aí quando eles reclamam de dormirem tortos, digo que a culpa é apenas deles! Já teve vez de chegar em casa, e minha mãe estar na cama da Luiza e Luiza na cama dela afff...

Agora algo que adoro é ela acordar de manhã e sempre dar uma passada na minha cama antes de descer, vai lá, me dá um beijinho, deita, conversa ou não, as vezes até dorme novamente, fazendo uma horinha antes de ir para sala ver TV.

Quem nos acompanha há tempos, sabe do meu pavor por criança birrenta, mal-educada, e também conhece a personalidade forte e marcante da Luiza, desde a maternidade, quando a enfermeira foi ao nosso quarto ver porque tanto ela berrava, aquele som ecoando forte e estridente pelo corredor da maternidade, certamente culpa da mãe de 1ª viagem. A enfermeira examinou, olhou, estava trocada, mamada, ninou e nada... ou seja, nunca tive um bebê que chorasse feito um bebê, mas sim uma leonina de personalidade marcante que esgoelava e toda a rua ouvia.

Quanto mais o tempo passa, mais percebo que personalidade é algo inato, mas que tipo de criança será depende (dependerá) da educação dada/recebida.

Luiza é uma criança super elogiada (olha a mãe orgulhosa, de peito estufado feito um pavão) pelo bom comportamente na escola, quando sai com os outros e eu também não tenho do que reclamar. Claro que há uma coisa ou outra, e se não tivesse aí sim eu ficaria assustada.

No 2ª dia de aula deste ano, a nova professora veio me dizer como ela é uma menina maravilhosa, bem comportada, carinhosa, caprichosa e meiga. Até me engasguei para dizer obrigada rs... segurando na ponta da língua o "Eu que fiz e eduquei!" hahahaha

Ela é noveleira, e agora sou obrigada a assistir Isa TKM na Band de 2ª a 6ª F, sabendo que quando termina é hora de ir para a cama. Ela sabe que no dia que não tem Isa, tem Super Nanny e assistimos juntas.

É muito engraçado as reações dela diante daquelas crianças descontroladas, e isto gera várias oportunidades de estar discutindo meus métodos de educa-la, reforçando como é horrivel criança mal-educada e que nem sempre as coisas são como ou quando a gente quer, não havendo necessidade de sair batendo o pé emburrada (ela tem feito isto afff...).

Eu quase chego a desacreditar que existam crianças daquele jeito, mas mais surreal que crianças surtadas, são os pais permissivos, apaticos, dominados e culpados.

Luiza fica pensando na escada desde 1 aninho. Nunca apanhou, ou sofreu qualquer tipo de castigo físico, mas perdeu as contas de quantas vezes ficou nos degraus pensando. Muitas vezes ouvi que aquilo não era necessário, que ela não entendia, mas eu sempre tive certeza que entendia sim, porque corrigíamos desde sempre e ela fazia aquela cara de "ih, fiz cagada!".

Nunca tiramos as coisas dos lugares para ela não mexer, explicávamos e pronto. Claro que teve a fase de abrir a porta do armário da cozinha e jogar tudo para fora, e por isto lá ficavam coisas "inofensivas". Nossa casa era e é uma casa de adultos, com mesas de tampo de vidro, escadas, piscina e tudo foi ensinado com os não pode, é perigoso, faz dodói, cuidado, chame alguém, supervisão de adulto, etc...

Tive apoio de todos em casa, porque na arte de educar sim é sim, não é não, não sim e talvez, sim e não, porque isto só confunde a criança. Outro dia percebi que só ficar pensando não estava resolvendo e aí a televisão foi boicotada. Manhã toda sem ver TV e pronto, tudo volta ao normal.

Quando estou em local público e vejo aquelas crianças chilicando, olho mesmo, mas mais do que olhar a criança, observo a reação dos pais, as atitudes, ficando mais do que justicado o comportamento, onde aquele dito popular se encaixa perfeitamente "uma coisa leva a outra e assim sucessivamente".

Tenho plena convicção que o que estou plantando na educação dela hoje, seja colhido durante a vida inteira e que Deus me ajude e me fortaleça para a adolescência que vem por aí. Amém...



Escrito pela:Rêca Zucher as 20:28 h
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Segunda-feira, Fevereiro 01, 2010

E se...

Até onde nossa capacidade de planejar, executar e escolher determina o que realmente será melhor para nós?!?!

Quem nunca fez esta pergunta: E se???...

E se eu tivesse estudado aquilo?
E se eu tivesse casado com fulano?
E se eu tivesse aceitado aquela proposta?

Nunca saberemos... ficando por toda a eternidade uma pergunta sem resposta, o incomodo do não saber, e a certeza que poderia ter sido pior, melhor, igual ou apenas diferente.

O feminismo já tem algumas décadas, confesso que sei menos sobre o assunto do que gostaria, porém somos a geração que mais tem colhido frutos do movimento.

Convenhamos que alguns frutos já passados, podres, mas que somos obrigadas a "engolir", por fazerem parte do pacote. No meio de uma colheita sempre há algum fruto que "bicha", sendo impossível saber qual deles será.

Como filha de mãe "do lar", desde sempre eu soube que esta profissão não era para mim, mesmo com o conforto de uma empregada, carro, conta conjunta, etc... Então desde os 14 anos eu sonhava e planejava, morar sozinha, ter uma carreira e não ter filhos.

Batalhei para isto. Aos 23 anos com muita ralação veio o imóvel próprio, a faculdade corria dentro do esperado, mas aos 24 os planos começaram a ruir, e aos 25 vieram ao chão, porque o centro de todos estes planos era firmado em algo que não deveria existir (contraditório, né) e que acabou existindo...

Uma criança... E agora?!?!?

Ter ou não ter nem vem mais ao caso, pois tive...

Em 5 anos, muitas vezes me perguntei "e se não tivesse tido, como seria?"

Apesar de não ter estta resposta, veio uma certeza.

Filhos dão um trabalho descomunal, com alegrias no mesmo nível (senão a gente tomava o vidro todo de Valium de uma vez), mas falando por mim e pelas pessoas que convivo, concluí que o principal é as crianças que nos "adoçam", nos ensinam a ser gente de verdade, e tenho muito medo da pessoa que poderia ter sido caso tudo tivesse saído dentro do planejado.

Morar sozinha foi um objetivo atingido e que hoje não importa mais. Casa de Pai e Mãe é TUDO DE ÓTIMO!!! Super Hiper Mega Ultra confortável quando se é Mãe Solteira. Claro que as vezes ter o próprio canto faz falta, mas estes são bem raros e rapidamente esquecíveis...

Ser gente grande, adulta, madura, tem seus prós e contras, e se as coisas não saíram como eu planejei, só me resta dizer "AINDA BEM!!!"



Escrito pela:Rêca Zucher as 19:31 h
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Quarta-feira, Janeiro 27, 2010

Compania na Cama!

Existe coisa mais excitante, prazeirosa e relaxante do que ir para a cama com uma nova pessoa???

Uma vez ouvi uma colocação que me chamou a atenção, "Ir para a cama com uma pessoa..."

Se um homem diz que foi para a cama com uma pessoa, subentende-se que pode ser alguém do sexo feminino ou masculino, senão diria que foi para a cama com uma mulher.

Analogia interessante, ainda mais nos tempos atuais, onde não há regra para nada ou certeza de qualquer coisa, valendo o mesmo para mulheres que saem com "pessoas".

Atração é algo que acontece de vários modos, te pega desprevenido, mas no meu caso, começa com uma olhada rápida, que não desperta nada, aí sem motivo algum algo me atrai, começo a buscar informações e quanto mais sei, mais desejo, virando uma obsessão.

Nada é de graça nesta vida, mas para ter esta pessoa e todo o seu conteúdo ao alcance de minhas mãos, não me importo em fazer o que for preciso e pagar o preço.

Os dias passam, a cada dia penso e desejo amais, até que finalmente chega o grande dia..

O primeiro encontro, o primeiro contato. Extase...

Olho, acaricio, namoro, imaginando o momento de irmos para a intimidade do quarto, o aconchego da cama, a luxúria dos momentos a sós.

Certamente que toda hora é momento, que qualquer local é lugar, sem regras ou amarras, porém nada se compara com a ida para o quarto, a cama, a noite, depois de um banho relaxante, onde o dia extressante ficava isolado porta afora, somente eu e aquela compania tão esperada, desejada, cobiçada.

O fato de ser homem ou mulher não importa, desde que o conteúdo seja interessante, que me conceda o prazer imaginado.

Almejo que tudo corra dentro do esperado ou seja melhor, NUNCA inferior, senão corre o risco de desencantar e ser abandonado (a) sem aviso.

Para 2010 há uma fila de futuros canditados e canditadas a irem comigo para a cama, porque sinceramente, para uma leitora voraz como eu, há coisa tão boa quanto começar um livro novo ?!?!

Lerei mais em 2010, eu prometo!!!



Escrito pela:Rêca Zucher as 18:54 h
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Domingo, Janeiro 24, 2010

Luiza & Volta as Aulas

Como sempre, em longos períodos de ausência, eu senti vontade de escrever, ameacei esboçar alguns textos, delineei algumas frases em pensamento, porém interrompi tudo antes de concluir o raciocínio, massacrando assim qualquer possibilidade de escrita.

Se este retorno será para valer daqui para frente??? Não sei e somente nosso querido amigo tempo poderá dizer, porque uma coisa hoje eu sei (tristemente concluída), a vontade visceral que eu sentia em escrever, não me perturba mais, o que causou este longo hiato.

Luiza cresceu, né? Vai para o 1º ano e isto por mais natural que seja, é assustador!

Minhas neuroses ganharam corpo com a lista de material, porque até a parte da formatura eu estava bem tranquila, só curtindo a parte dos preparativos, cerimônia, pois mesmo não querendo fazer parte da comissão de formatura, acabei mega-engajada e valeu muito a pena.

Na ansiedade e correria típica de final de ano, o pensamento nas férias por vir, trabalhando em dois lugares, os dias voaram, e quando me dei conta Luiza já estava em casa, tendo ficado no passado a primeira fase escolar, estando rumo a educação básica.

Quando acessei a lista de material no site da escola, fiquei chocada, e por mais estranho que possa parecer, o que me assustou foi a pouca quantidade de itens.

Lista enxutíssima, sem aquele monte de frilulas que as aulas do infantil exigiam. Fiquei a me perguntar onde estavam os palitos de fosforo, sorvete, fitas coloridas, e outras coisas do tipo.

Eu li aquela lista, reli, e então me assombrei com a quantidade de livros didáticos: 4.

Pensei muito, revisei a lista várias vezes, e quando o pai dela me trouxe os livros, aí que literalmente "choquei!" fiquei "rosa chiclete" com o peso e quantidade de conteúdo.

O Papai Noel foi generoso, e trouxe uma mochila linda, reforçada, grande, mas pela quantidade de material, será a conta para caber tudo, mesmo seguindo o horário e levando só os materiais necessários para o dia.

A compra do material escolar foi uma aventura a parte, porque mesmo com 30 anos, eu ainda ADORO quinquilharias de papelaria e me lembro da emoção de comprar o material todos os anos. Levei Luiza junto, que de uns tempos para cá cismou com a Pucca, então tudo quanto era coisa da lista ela procurava da Pucca e os que não tinham, escolheu da Marie e Jolie. Total da lista R$ 165,00, mais mochila, lancheira, estojo (R$ 257,00) e livros que não faço idéia de quanto tenham custado.

Dia 27/01 é o grande dia, a estréia de Luiza na educação básico.

E lá vamos nós, rumo as brigas e pegação no pé, porque ela ODEIA fazer lição de casa!

P.S: - Vó, porque seu cabelo é assim lisinho?
- Porque eu nasci assim Luiza.
- Hmmmm... e porque o meu é cacheado???
- Porque voce nasceu assim Luiza.
- É nada! Eu nasci CARECA!!!!




Escrito pela:Rêca Zucher as 10:01 h
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Sexta-feira, Dezembro 25, 2009



Escrito pela:Rêca Zucher as 20:53 h
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Quarta-feira, Novembro 04, 2009

Guerra (Jogo) dos Sexos

Quando é que conversar, dar risada, beber em local público passou ter a obrigatoriedade de retribuir com beijos???

Maria queria João, que queria Ana, que queria ninguém...

Como assim Ana queria ninguém? Na verdade Ana até queria alguém, mas não aquele (e sim $AQUELE$) alguém, ali ao seu lado, disponível, que por acaso era João.

João entendeu que a conversa fluída, o sorriso fácil, a atenção recebida era sinal de bola em campo e que a partida havia começado.

Ana não pensou em nada, apenas foi educada (coisa que nem sempre é), deu continuidade aos assuntos, pois estava ali por causa dos drinks, da música, das amigas, onde homem não fazia parte do roteiro esboçado.

Frequentemente o projeto tem sido este, e apesar de postura muitas vezes predadora/dominadora, tem algum tempo que se cansou dos joguinhos tipo "sedução barata por uma noite".

Apesar dos vários "tocos", João não entendeu que ela não estava interessada, pensou que tudo fazia parte do jogo, e que ela estava jogando com ele, quando na verdade tanto faria ele ocupando o lugar, ou o mesmo estar vago, porque o mais importante ali era a vodka c/ energético, a música, e as amigas perambulando.

Quando finalmente cansou da conversa e mudou de tática, Ana deixou claro com palavras, quase soletradas em letras garrafais, alto e bom som. "Eu não vou ficar com você!", ao que ele retrucou com "Mas eu conversei com você um tempão..."

E com isto se desenvolveu um diálogo que poderia ser meu, seu, da minha avó, do meu amigo gay...

- Conversou porque quis - curta e grossa como é natural de Ana.
- Conversei porque você é interessante, bonita, e isto me atraiu - justificou João.
- Tá. E por isto eu teria que beijar você???
- Não é bem assim...
- Mas é o que você está dizendo e insistindo.
- Blá... Blá... Blá... Blá...Blá...- e seguiu-se uma ladainha sem pé, nem cabeça que não a convenceu.
- Hmmm... Só para te informar - depois dele muito matraquear - você não me conhece, então não tire conclusões precipitadas, não julgue, e tenha certeza que só faço o que realmente quero, quando quero e COM QUEM QUERO!


Com isto Ana pagou a conta e se foi.

Quanto foi que as saídas noturnas passaram a ser sinônimo de "estou aqui porque quero pegar ou ser pega!"???

Desde quando conversar sobre os mais diversos assuntos é sempre sinal de "estou te dando mole"???

"Dar mole" envolve mais que palavras, é quando a linguagem corporal grita por você, mesmo que nenhum som seja emitido.

Tem dias que você está a fim, com os hormônios fazendo você ferver, a ponto de beijar o poste caso o alcool faça com ele acene , em contrapartida, há dias como o de Ana, em que o cara apostou errado... e enquanto para ele deu errado, para ela correu tudo dentro do esperado.

Na verdade Ana quer alguém, não sabe ainda exatamente quem, mas ficar por carência?? Ahhhhhhh, isto não! Muito melhor e prazeiroso seria ficar por tesão, o que não era o caso...

Game Over



Escrito pela:Rêca Zucher as 20:46 h
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Quarta-feira, Outubro 21, 2009

It's my Life...

De tempos em tempos eu tenho crises e crises de todos os tipos.

Crises existenciais, pessoais, físicas, finaceiras, familiares, trabalhistas e como tudo na vida, passa! Ainda bem...

Há algum tempo atrás eu andava bem desmotivada com meu trabalho, e para quem não sabe ou não lembra, sou Nutricionista, trabalho em restaurante empresarial, numa empresa chamada GRSA, que presta serviço em todo Brasil, sendo a Number One do ramo.

Apesar da minha formação, eu faço mais a parte administrativa, e por sinal muito bem já que adorooooooo, em compensação gestão de pessoas me estressa muito e era o que estava me cansando no lugar onde eu estava até Junho, assim como relacionamento com o cliente, porque existem clientes ótimos(raros), mas também cada um surtado(maioria) , que minha vontade é de botar o nome na boca do sapo!

Na empresa em que prestávamos serviço era um tal de dia sim, dia também, funcionário na porta reclamando, faltando, pertubando, e isto porque minha equipe era boa.Durante 1 ano eles não me deram trabalho algum, mas depois da férias, aff...

Aí juntou isto, com a cliente que não ia muito com a minha cara, eu muito menos com a dela, porque detesto trabalhar com gente tão desorganizada, que beira a incompetência, pediu minha substituição, algo que veio mais do que em boa hora.

Quem pensa que nutricionista em empresa cuida da parte alimentar, doce engano, porque cardápios balanceados e frilulas nutricionais vem em ultimo lugar no nosso ranking de ativiades diárias. Existe a parte de qualidade, controle de produção, mas quanto ao balanceamento da dieta, iste é de acordo com o contrato fechado, o preço pago e o gosto do freguês!!!

Fui contratada na empresa em que fiz estágio no final do curso, trabalhei lá por 1 ano e meio, fui transferida, onde fiquei mais 1 ano e meio, e no momento, estou naquela de "o bom filho a casa torna", depois de ter pingado em outros lugares.

É um lugar onde tem muitooooooo trabalho, vários tipos de serviços oferecidos, uma equipe meio problemática, mas com isto o dia rende, a hora voa e eu me acabo.

Vivenciar esta rotina me fez lembrar e descobrir porque quando eu morava sozinha com Luiza e trabalhava neste local, chegava em casa pregada, e as 20:30 nós duas íamos dormir. Andei tendo um dias bem parecidos, mas agora as coisas estão mais estabilizadas, eu acostumada e o período encerrando.

Na época do desânimo total e minha substituição, pedi demissão, ou melhor, para ser mandada embora, minha gerente concordou, mas pediu ajuda, porque tinha várias pendências para resolver e precisava de uma pessoa que pudesse fazer isto. Como eu queria sair numa boa, aceitei, mesmo não sendo algo que eu quisesse e acabei pegando gosto pela coisa rs...

Tenho feito cobertura de férias, ou seja, no máximo 30 dias em um local e quando o funcionário começa a pegar intimidade, inventar problema que não existe, eu vou embora e as vezes ainda ganho presente. Resolvo o que posso e o que não me cabe passo adiante para a dona do pedaço, ou seja, pouca responsabilidade, pouco problema fixo, pouco peso nas minhas costas.

No caso do lugar onde estou agora, vim como apoio, porque sempre fomos em duas gerentes, mas devido a tal da crise, cortaram gastos e uma menina, ficando só a minha antiga parceira com uma bomba nas mãos e falta de 3 funcionários. Foi e tem sido muito bom, tanto que eu até aqui de bom grado, sendo a 2ª gerente, mas pela redução de mão-de-obra, nem pensar!

Nesta estadia, coloquei várias coisas em ordem, organizei tudo quer era preciso, e mais uma vez me envolvi na Semana da Saúde, que me fez voltar no tempo, na primeira edição, em que entramos por acaso e agora já foi a terceira tudo por nossa conta. Muito trabalho, muita correria, muito cansaço e também muito sucesso!

Até dia 29 minha Gerente estará de férias e eu de suplente.

E que esta bonanza trabalhista continhue e os anjos digam amém...



Escrito pela:Rêca Zucher as 22:27 h
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Segunda-feira, Outubro 19, 2009

Rapidinhas

- Luiza, você é tão bonitinha.
- Eu não sou bonitinha Flávia, porque bonitinha é pouco bonita. Eu sou é LINDAAAA!


- Mãe, só magrinha pode ser modelo?
- É Luiza, então fique bem magrinha pra você ganhar milhões de dólares pra gente.
- Pra gente nada, pra mim!!!



Escrito pela:Rêca Zucher as 20:55 h
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Segunda-feira, Outubro 05, 2009

Auto Boicote

Eu tenho problema, e um problema sério.

Que sou comilona não é novidade para ninguém.

Que o passar dos anos tornam a perda de peso cada vez mais difícil e o ganho cada vez mais fácil também não é notícia recente.

E juntando tudo isto com um metabolismo devagar quase parando, uma gula desenfreada, um sedentarismo nato, e uma genética que não colabora, eis esta que vos escreve.

Concluí que tenho uma tendência absurda ao auto-boicote.

Funciona assim, eu me mato, passo fome, caminho, tomo remédio, me empolgo e emagreço. Aí do nada eu resolvo parar com tudo, volto a comer normalmente, que inclui desjejum, belisco da manhã, almoço, algo a tarde, ausência de jantar, e a coisa degringola (quantos anos não escuto esta palavra!!)

Em 15 dias consigo ganhar 10 kgs sem grandes extravagâncias, comoendo feito uma pessoa normal. A calça do uniforme começa a me "cortar", os botões da blusa ameaçarem abrir e o caos se instala, ou melhor, as "banhas".

Pelo descrito acima dá para deduzir que estou na fase de ganho de peso aff... uniforme explodindo e precisando urgentemente de um plano de emergência. Contenção Já! Ou melhor, na segunda rs...

Nem eu me entendo! De todos os males, só o que gosto são dos peitos saltando pelo decote e as calças apertando na coxa, de resto, tudo detestável.

Odeio o que sobra sobre (cacofôoonico!) o cós da calça, o sutiã que aperta nas costas, a calcinha que corta o quadril, as blusas justas nos lugares errados, aquele vestido que adoro e não serve mais.

Calça jeans então, ficam socadas lá no guarda-roupa e só "a socorro bem presente na abundância" se faz presente no dia a dia, aliás, não sei o que farei da vida quando ela acabar, porque já está velhinha...

E sinceramente? Se não fosse o fato de perder as roupas, acho que comeria até explodir rs... Porque tem prazer maior que comer?

Até tem rs... mas comer é de fácil acesso, ação imediata, que não depende de ninguem!! No máximo uma ida a um lugar para comprar algo gostosooooo!

Eu poderia dizer que como muito doce e deveria cortar isto do cardápio diário. Que bebo muito refrigerante normal, mas que nada!!! Doces são os que menos consumo, Coca Zero já é normal. Gosto mesmo é de comida, e graças a meu glorioso trabalho sou obrigada a degustar a comida as 10:30 da manhã e depois almoçar 13:30. afff...

Tudo conspira para que eu engorde, até o meu trabalho. PUTA QUE PARIU!!!

Então só me resta voltar a caminhar, passar fome, ficar de mal humor, mas as roupas servindo... Oh vida, oh céus...

Efeito Sanfona? Que nada.. sou a própria sanfona em pessoa!!!!



Escrito pela:Rêca Zucher as 21:30 h
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Domingo, Setembro 13, 2009

E Luiza fez 5 anos...

5 anos no dia 22/08 e desde então este post tem rodopiado em minha cabeça, mas cadê tempo, coragem e vontade para deixar as linhas fluírem como se deve???

5 anos recém-completados e eu ja estou cotando a festa para o próximo ano. Local praticamente definido, precisando acertar alguns detalhes, afinal a vida não anda fácil para ninguem e planejar é preciso! Economizar também, mas isto não faz parte da minha personalidade.

Semana passada já ouvi o fatídico "Quantos dias faltam para o meu aniversário???" e respondi: "Ahhhhh! Pelo amor de Deus Luiza, não foi ainda nem 1 mês!", mas na verdade já estava pensando em algo hahahaha

A idéia inicial do aniversário era de algo menor e economico, para não passar em branco, satisfazer a vontade da pequena (a minha também), aliás nossa, porque o povo aqui de casa ama aniversário!

Desde os 3 anos as festas da Luiza não acontecem mais porque eu quero ou gosto, mas porque ela passa o ano contando os dias, assimilando datas, e sabe que conforme elas vão acontecendo o aniversário dela está mais próximo. Agora a data mais esperada é do festival de dança no final de Novembro.

Não lembro exatamente quando ou como definimos o tema, mas aos poucos fomos pensando em Jardim, depois Joaninhas e acabamos mesclando as duas coisas. Em Janeiro o tema já era certo, não sendo fruto desta febre Jardineira que tomou conta das festas este ano.

Em outros anos isto também aconteceu com a Hello Kitty, Cocoricó, Princesas, e apesar da Luiza sempre participar da escolha, a decisão final é minha, não podendo culpar as febres infantis por certos personagens.

Sou uma pessoa prática, adepta do pago para não fazer, mas este ano foi diferente, primeiro porque a verba estava curta, segundo porque minha mãe e irmã estavam aqui totalmente adaptadas e terceiro, porque começamos nosso negócio de doce!

Nosso negócio entre aspas, porque minha mãe é quem faz a maioria das coisas, Bilica ajuda e eu faço as negociações. Quem tiver interesse, mais informações aqui e aqui.

Meus dons artísticos são praticamente nulos, mas de tanto ver minhas amigas prendadas, minha mãe artesã, resolvi que este ano colocaria a mão na massa também.

Claro que comecei pelas artes e convites, que são coisas que domino e faço todo ano. Além da arte, fiz um modelo de convite recortado com sobreposição em papel vegetal e lacinho. Fiz vários testes e na indecisão de qual escolher, optei por dois modelos.

Convites prontos, fiz o fecho para o pacote das crianças, os cartõezinhos das lembrancinhas dos adultos, mapa, etiqueta dos envelopes e encerrei a parte gráfica.

Aí comecei os centros de mesa, vasos de flores de EVA com pirulito, que depois acrescentei uma flor de tecido feita pela minha mãe. Fiz as flores, Bilica me ajudou pintando a "terra" dos vasos e em um dia que eu estava trabalhando, minha mãe arrematou o restante, que ficaram lindos com a juta e fita xadrez no laço.

Resolvi fazer uns broches de Joaninhas, que deram um super trabalho, mas ficaram fofos. O bom foi que comecei tudo antes e deu tempo de ir fazendo as coisas com tranquilidade, muita linha, agulha e cola quente rs...

Diante de meus poucos dons artesanais, até que saiu bastante coisa, e com a ajuda de Mamãe e Bilica, não foi tão difícil assim!

No meio dos preparativos, no feriado paulista de 9 de Julho, fizemos um ensaio fotográfico ao ar livre, para fotos do banner, que este foi um quadro feito em adesivo e depois colado em uma placa de madeira. Toda vez que tiro fotos assim da Luiza, me lembro porque nunca animei em fazer um book dela, com fotos mensais. Ela só faz cara de paisagem e para ela desinibir nós cansamos e estressamos! O fotógrafo responsável pelo ensaio e também pelas fotos do aniversário foi o Bruno , figura já conhecida em nossas festas, eventos, com fotos lindas e preço ótimo!

De lembrancinha para as crianças, Luiza fez um desenho, que colori no Photoshop, imprimi e encapei os cadernos, que foram juntos com uma caixa de giz de cêra, em um pacote lindo. Se toda criança desta faixa etária for igual a que tenho em casa, ADORAM desenhar!!!

Para os adultos eu não conseguia resolver o que dar, nada me interessava ou agradava, porque sou a favor das lembracinhas úteis. Tranqueira para as pessoas olharem imaginando o que farão com aquilo não gasto meu dinheiro! No de 1 ano foram cofrinhos, no de 2 e 3 anos porta-fotos; 4 anos lata porta-treco que fez sucesso e no deste ano, pela primeira vez, foram lembranças comestíveis. Mini Cup Cake de chocolate para todos, mais os broches de joaninhas para as mulheres e meninas.

A semana do aniversário foi chuvosa, frenética, enlouquecedora e eu que pensava em folgar neste dias, mal consegui sair mais cedo na sexta-feira.Em compensação aproveitei para emendar o feriado de 7 de setembro, com o municipal do dia 8, e assim passei a semana de folga em casa, sem fazer NADA! Muito bom fazer nada!!

O aniversário de 1 e 2 anos fiz em locais fechados, o de 3 e 4 em uma chácara que tinha uma area coberta, e este ano optamos por fazer na chácara dos avós do coração, em que hipótese alguma chuva poderia fazer parte da festa!!!

Todo ano peço para Luiza orar, pedindo para não chover no aniversário dela, e como a oração de um justo pode muito em seus efeitos, e das crianças é o reino dos céus, temos tido sábados ensolarados no meio de dias chuvosos SEMPRE!

Foi inacreditável, uma semana chuvosa, um sábado frio e ensolarado, com um domingo de dilúvio torrencial!

Entre adultos e crianças presentes, 95 pessoas. Isto porque nenhum parente conseguiu vir, pois nossa família é da região do ABC e Ribeirão Preto. Em compensação, os amigos são muitos, e mesmo de longe muitos vieram. Como Lu & João, Casal 20 que finalmente está na casa deles em SP; Aninha que depois de 5 anos veio para festejar conosco e assim nos "conhecermos"; as meninas de Campinas que sempre estão presentes (faltou Laila e Karina!)...

Como seria uma festa "em casa", para bastante pessoas, resolvi fazer um esquema self-service. Fiz uma mesa com rechauds para salgados (coxinha, bolinha de queijo, esfiha de carne, esfiha de frango) e cachorro quente para montar, e outra com amendoins variados e batata frita.

As bebidas ficaram em uma mesa, ao lado do freezer, com os descartáveis a mão. Refrigerantes, sucos, água. Cerveja também tinha, mas o pessoal já sabe que bebida alcóolica é por conta deles e cada um leva a sua. Geralmente os sem-filhos rs...

Também montamos uma mesa de doces, com trufas variadas, joaninhas e centopéias de leite ninho, copinhos trufados com a cara da Luiza, beijinhos, brigadeiro de copinho, que assim que foi liberada evaporou! 600 doces e não sobrou um para contar a história.

Para agilizar, limpar, organizar, contratei duas meninas que já trabalharam comigo em meu emprego normal. Rose e Elaine, maravilhosas, deram mais do que conta do recado, deixando sempre tudo frito, fresquinho, abastecido, limpo e no final ajudaram na arrumação.

As crianças correram, brincaram, dançaram, pularam na cama elástica. Bilica de ultima hora comprou uma bolas e eles amaram. Também teve uma recreadora que fez escultura de balões, pintura e algumas brincadeiras.

Os donos da casa, Edgar e Rosana, como sempre nos receberam de braços abertos, agilizaram a reforma da chácara, que só não terminou devido ao mau tempo, e ai de quem disser que eles não são mesmo avós da Luiza, ela fica muito brava!!!

Confesso que foi muito legal isto de fazermos uma festa mais "caseira", as coisas para o aniversário, de ver tudo pronto, lindo, as pessoas elogiando, as fotos depois, mas a correria e cansaço foram descomunais.

Presentes? Ela ganhou uma tonelada deles!!! E ainda tem recebido alguns atrasados! Filha de mãe e tia baladeira, que tem um monte de amigos solteiros dá nisto rs...

Enfim, meia década de Luiza. Data mais do que especial. Olho para ela e é só orgulho da menina que ela tem sido, da menina que será. Da Mãe que tenho sido, da mãe que serei.

Amor. Carinho. Paciência. Família. Rédea curta. Pulso firme sempre. E o resto são detalhes, nem tão pequenos assim, de nós duas...




Escrito pela:Rêca Zucher as 12:02 h
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